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As 4 regras sobre rótulos que as indústrias escondem de você

February 18, 2018

Você sabia que pode emagrecer comendo alimentos mais calóricos?

 

Recebo constantemente mensagens de pessoas com dúvidas em relação a alimentos, embalagens, calorias, quantidade de gorduras, carboidratos ideais e como identificá-los. Reuni nesse post os 4 principais tópicos que ajudarão a você a entender melhor sobre os produtos que compra e como selecionar as melhores opções para você. Seja para sua saúde, emagrecimento, ganho de massa ou qualquer que seja o objetivo. 

A verdade nos liberta. Vamos nos libertar!

 

Esqueça a tabela nutricional

Alimentos são feitos de ingredientes, não números.
Deixemos as tabelas para os profissionais especialistas em carboidratos, lipídios e distribuição de calorias. Vamos trabalhamos com o que entendemos melhor: comida!

Esqueça as calorias

A quantidade de calorias de um alimento é a menor das suas preocupações. Se um alimento for rico em nutrientes e propriedades, a chance de ser calórico é muito maior. Vejamos como exemplo o abacate, as castanhas, as proteínas animais, o coco (como já disse em outro post, o segundo melhor alimento do mundo). Logo, se o alimento é calórico e nutritivo, seu corpo consegue utilizar essa energia (caloria = energia) para metabolizar o próprio alimento, executar funções e etc. Agora se o alimento é de caloria vazia (possui calorias mas não nutrientes), por menor que seja o número delas, seu corpo não é capaz de utilizar para nada. Essa “energia” é estocada e acumulada com êxito (muitos lerão barriguinha, culote e outros mais).
Então foquemos primeiro se o alimento é ou não NUTRITIVO. Pois já aprendemos que energia com propriedade consegue ser utilizada.

Aprenda a identificar um bom de um mau alimento

Como mencionei acima, alimentos são feitos de INGREDIENTES. Bons ingredientes compõem BONS produtos. Ingredientes devem ser os mais naturais possíveis. Nos meus cursos sempre menciono uma frase que adoro:
Não se alimente de nada que sua bisavó não saberia reconhecer como comida.

A lista deve ser curta. Simples e a importância/quantidade de cada um deles vêm por ordem de relevância ↠ o primeiro é o que tem em maior quantidade, depois segundo, terceiro e por aí vai.


Vejamos como exemplo esses três produtos. Compare as listas de ingredientes:

 

 

Ler rótulos é um caminho sem volta. Quando você começa a entender o que coloca para dentro do seu corpo, passa a ficar um pouco mais exigente quanto a isso. Alguns produtos podem não participar mais da mesa da sua casa, outros diminuir a frequência da visita.
O mais importante é entender que paladar e mente são treinados para aquilo que os designamos a fazer. Em outras palavras, eles não mandam em nós como costumamos achar que mandam. Temos o poder de readaptá-los de acordo com nosso objetivo maior.  Readaptação é uma habilidade que possuímos e utilizamos pouquíssimo. Isso não quer dizer que será fácil. Mas difícil as vezes requer somente aplicação de energia e foco. 

 

Esqueça as promessas dos rótulos.

 

Alguns produtos irão te prometer o mundo nos rótulos da frente. Zero, diet, light, menos isso, menos aquilo, vitamina "abecedário" inteiro e por aí vai. Esqueça tudo isso. O objetivo de um rótulo é vender. Aquilo que você precisa verdadeiramente saber está na parte de trás do produto, na lista de ingredientes como já explicado acima, e só. 

Vamos ser mais espertos que a indústria que só quer ganhar em cima da nossa ignorância, e assim poderemos prosperar com êxito e saúde. 

“Faça do seu alimento seu remédio”.

Bon appétit,

Xanda

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